Como as cidades atlânticas cooperam?

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A cooperação entre as cidades do Arco Atlântico é o núcleo da Conferência das Cidades do Arco Atlântico. Como um resumo, as diferentes dimensões desta cooperação podem ser observadas através da agenda de Tamara Guirao, coordenadora da CCAA, ontem 09 de junho:

Manhã: Reunião com o departamento de Assuntos Europeus de La Rochelle Aglomeração.

O primeiro objetivo da reunião foi a analise do Evento Nacional da Estratégia Atlântica (realizada em La Rochelle no dia anterior). Depois houve alguma discussão sobre os atuais convites para projetos da UE, e como eles se encaixam na Estratégia Urbana Atlântico. No final da sessão, ambas as partes trocaram sobre o seguimento do projeto ATBrand.

Tarde: Reunião com a Associação das Câmaras Agrícolas do Arco Atlântico – Nantes

A cooperação entre redes atlânticas é sólida e fornece uma base para abordagens integradas do desenvolvimento territorial. Nesta reunião, realizada em Nantes, ambas as organizações, AC3A e CCAA, trocaram sobre as oportunidades disponibilizadas pelos diferentes programas INTERREG B, como Noroeste da Europa, Espaço Atlântico ou SUDOE.

Noite: Por que as Cidades Europeias cooperam? – Nantes

No âmbito do Comité Executivo da Eurocities, Nantes Métropole, membro fundador da CCAA e presidente de Eurocities, organizou um intercâmbio com cidades como Bristol ou Varsóvia em torno do tema da cooperação entre as autoridades locais.

Você pode ouvir o podcast AQUI

Conclusões: no trem de volta para Rennes

Alguns dizem, erradamente, que as cidades atlânticas são periféricas. Pelo contrário, são cidades abertas para o Oceano, abertas para o mundo. Quando isso acontece, a cooperação não é uma necessidade, é um destino. Um provérbio Africano diz «Se você andar sozinho, vai andar rápido. Se você andar em grupo, você vai longe ».

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