Posição sobre a macrorregião no Comité das Regiões, em consonância com a Atlantic Cities

Mais uma vez, Atlantic Cities está em linha com (inspira?) as posições tomadas pelos líderes europeus.

No dia 15 de março, numa entrevista dirigida ao Comité Europeu das Regiões (CdR), a relatora que representa a região de Cantábria (Espanha), a Sra. Paula Fernández Viaña, expressou o seu desejo de uma macrorregião atlântica.

Nesta entrevista, que pode ler aqui, a Sra. Fernández explica que é o momento certo para a constituição de uma macrorregião atlântica, nomeadamente com a chegada de um novo período de programação, a nova presidência do Conselho e a necessidade de renovar os laços com o Reino Unido, após Brexit. Ela também pormenorizou as áreas em que a cooperação em torno de uma macrorregião traria valor acrescentado: energias marinhas, a luta contra as alterações climáticas, o turismo, os transportes e a investigação e inovação.

Esta intervenção faz lembrar a mobilização da Atlantic Cities para a constituição de uma macrorregião, expressada em particular na Declaração Final da Assembleia Geral de novembro de 2020. De facto, nos parágrafos relativos à macrorregião, a Declaração Final sublinha a importância de manter relações com o Reino Unido, de melhor estruturar o Corredor Atlântico e, para tal, de confiar na atual a Presidência atual (Portugal) do Conselho da Europa, assim como as próximas Presidências francesa e espanhola.

É preciso lembrar que a macrorregião é um projeto emblemático do plano de ação da Atlantic Cities.